sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Veteranos e novatos no Mercado do Rock


Artigo de Aramis Millarch originalmente publicado em 22 de fevereiro de 1986
A prosperidade de uma novíssima geração que absorve a música pop faz com que as gravadoras continuem a manter uma intensa política de produção de LPs com grupos de rock nacionais, paralelamente à regular invasão de conjuntos novos - ou o reaproveitamento dos nomes já consagrados em décadas anteriores. A Polygram colocou nos últimos meses mais de 30 LPs de rock nas lojas, a CBS começou o ano com o pacote New Rock Collection, reunindo 12 grupos (dos quais apenas um, The Clash, já conhecido) e a WEA, que tem o marketing mais seguro na área também continua a explorar sua fatia. Aindda agora, pela WEA, temos "9012 Alive - The Solos", registrado em março de 1984 quando o grupo Yes voltou a excursionar por vários países. Formado em Birmingham, em 1968, por John Anderson (vocais) e Chris Squire (baixo), o Yes teve nestes 18 anos de estrada inúmeras substituições e evoluções. Seus integrantes passaram também por experiências-solo e no final de 1983 a banda retomou com uma nova formação, ainda com Anderson, Squire e Alan White (bateria) dos tempos históricos, mais Trevor Rabin (guitarra) e Tony Kaye (teclados). O álbum que fizeram então ("9012") ganhou o Disco de Platina e levou a música "Owner Of a Lonely Heart" ao primeiro lugar nas paradas. Agora, temos este registro de apresentações ao vivo, feitos no Canadá ("Hold On", "Changes", "Amazing Grace", "Whitefish") e Dortmund, Alemanha ("Si", "Solly's Beard", "Soon"). The Cars, banda formada em Boston, em 1977, por músicos que já haviam participado de outros grupos (entre os quais Richard and the Rabbit a Cap´n Sing), consegue manter-se com a mesma estrutura musical - um som pop com toques eletrônicos a apelos dançantes. Também a banda permanece inalterada, coisa rara no universo pop: Rick Ocasek (guitarra), David Hobinson (bateria), Benjamin Orr (baixo) Elliot Easton (guitarra) e Greg Hawkes (teclados, sax) - todos vocalistas. Em "The Cars Greatest Hits" (WEA) estão reunidos os principais sucessos de seus Lps anteriores ("The Cars", "Candy O", "Panorama", "Shak It Up" e "Heartbeat City"), todos, aliás, ganhadores de Discos de Platina nos EUA. Destaque especial para "Tonight She Gones", única inédita do LP. Ao lado de grupos conhecidos como Yes ou The Cars, a WEA traz novos artistas. É o caso do grupo pop norueguês A-Ha ("Hunting High And Low", janeiro/86), formado por Pal Waaktaar e Mage, amigos desde os 12 anos e que tocavam em várias bandas em Oslo. Aos 14 anos tentaram uma profissionalização em Londres mas não conseguiram maior aceitação. A associação com um terceiro amigo, Mort Harket, vocalista, deu novo ânimo ao grupo que há 3 anos, em Londres, voltou a buscar uma oportunidade até conseguir a boa vontade de Andy Wickmann, executivo europeu da Warner. Contratado pela multinacional, o primeiro LP do grupo (agora lançado no Brasil) vendeu 150 mill cópias na Dinamarca, valeu muitas premiações no universo pop e está dando chance ao A-Ha escalar em outros países, trrazendo uma música que mistura o dançável com um som muito potente. JAN AKKERMAN, guitarrista holandês, verdadeiro virtuose desse instrumento, ex-integrante do Focus, foi uma das boas revelações dos anos 70. Após seu trabalho com o Focus, fez magníficos discos solo e no ano passado, como flautista Thijs Van Leer, também ex-integrante do Focus, gravou um esplêndido e surpreendente LP instrumental. Naturalmente, Akkerman e Leer não ficaram nos instrumentos convencionais, mas buscaram todo o conhecimento pop-tecnológico, resultando assim um trabalhho dos mais interessantes, fazendo deste LP (Vertigo/Polygram), um dos lançamentos marcantes do semestre passado. Em algumas faixas, convocaram Gomez ("Russian Roulette", e "Indian Summer", não o clássico americano, mas composição de Akkerman), que também teve a participação na tagla do indiano Ustad Zamir Ahmad Khan. Sérgio Castillo dá um toque especial na percussão de "Le Tango", outra das faixas interessantíssimas desse LP gostoso e que se destaca na produção pop. Dos três irmãos que compõem o grupo australiano Bee Gees (Barry, Maurice), Robin foi o primeiro a tentar uma carreira solo, já em 1969, quando o grupo ainda não estava consagrado (em 1977, vendeu 50 milhões de cópias com as músicas da trilha de "Os Embalos de Sábado à Noite"). Robin Gibb é já um veterano, com quase 20 anos de estrada, com tempo, portanto, para se firmar como um vocalista seguro, independente dos suaves tempos do Bee Gees. E isto Robin busca alcançar em "Walls Have Eyes" (Polydor/Polygram), coleção de dez canções interessantes, todas de autoria familiar, incluindo momentos suaves como "Gone With the Wind" (talvez uma homenagem ao clássico filme de 1939), "Someone to believe in" e "Toys". A mesma Polygram traz, ao lado de um nome conhecido como Robin Gibb, os até agora inéditos Godley & Creme, com "The History Mix - Volume 1", já tendo um êxito disparado: "Cry". Todas as faixas são inéditas e esse duo inglês busca também seu espaço. Finalmente, aos ouvidos adolescentes dispostos a absorver o som pesado e elétrico do Kiss, temos a reedição (Casablanca/Polygram) de um de seus mais incrementados discos de 1974 - um ano após Paul Stanley e Gens Simmons ter formado este alucinante conjunto, na época com Aco Frehley (guitarra) e Paulo Criss (bateria). Há 13 anos na estrada, o Kiss apenas eletrificou-se cada vez mais, fazendo um som ensurdecedor. Mas que tem o seu público.

Impacto do ROCK nos jovens

Impacto do rock nos jovens
O contexto social hodierno, caracterizado por uma grande pluralidade de condutas e enorme diversidade de entretenimentos, apresenta um panorama de manifestações bastante variado e que proporciona consideráveis discussões sobre os grupos urbanos. É nesta realidade que se encaixa, deveras, a juventude. Seja esta juventude ramificada em grupos não engajados socialmente, esteja a mesma empenhada em ongs, ou comprometida com alguma forma de manifestação cultural, é de bom alvitre salientar que a juventude desempenha um papel social relevante. Tanto no aspecto de comportamentos e ideologias conservadores e violentos, como em condutas libertadoras e contestatórias, a juventude exerce um papel social muitas vezes atrelado e fundamentado em algum lazer ou forma de divertimento. Têm-se, assim, muitos grupos urbanos juvenis que se caracterizam pelo comportamento peculiar cujos meandros são compreensíveis somente quando se atenta de forma apurada sobre seus valores e objetivos.
Para ilustrar, pode-se citar, dentre os distintos grupos citadinos, os seguintes: torcidas organizadas, roqueiros, clubbers, rappers, straight edges, góticos, funkeiros, punks, skinheads, skatistas e grafiteiros.
Desse modo, valerá ressaltar a relação juventude/música sendo que muito se escreveu acerca da contestação aliada à arte – entrando em evidência a música – durante os sombrios anos da ditadura militar; porém, com a redemocratização, “pouco” se produziu sobre “o jovem atual” em comparação com as décadas anteriores mais recentes. É interessante lembrar a pesquisa de Sposito (1997), estudo que mapeou como a juventude vem sendo pesquisada desde a década de 80 enquanto objeto das Ciências Sociais, da Educação e da Psicologia. A autora revela que 44% dos trabalhos científicos sobre jovens discutem sua relação com os meios e instituições educacionais (ensino fundamental, médio, cursos noturnos e ensino superior); 17,3% tratam das relações existentes entre o trabalho e a educação; 4,9% são acerca da participação política juvenil e movimentos estudantis; e 2% abrangem a questão dos grupos juvenis.
Assim, de um jeito ou de outro, é interessante frisar que muitas particularidades da sociedade contemporânea apontam para uma maneira um tanto ímpar de ação simbólica no espaço urbano, a qual envolve estilos singulares enredados à comunicação e à idéia de poder. É por intermédio desta noção que os grupos urbanos juvenis atuam, seja para participar, para se auto-afirmar, para resistir ou para romper com os valores estabelecidos.
É interessante ressaltar, neste momento, que esta tese buscou analisar a influência que o rock tem em seus ouvintes entusiásticos e que são universitários, os quais, aqui, convencionou-se chamar de roqueiros. Posto isso, escolheu-se tal temática haja vista o fato de que o rock vigora de modo considerável desde os anos 50 do século XX e, indubitavelmente, tem a sua parcela de fãs que se envolvem não somente com a sonoridade em si, mas também com ideologias, visual e condutas pautadas por este gênero musical.
Incontestavelmente, o rock ainda consegue agregar adeptos e, assim, sensibilizar fãs das mais variadas faixas etárias, classes sociais e visões de mundo. Evidentemente que cada indivíduo possui sua relação peculiar com o rock, seja para ouvi-lo apenas, seja para fazer dele um roteiro de vida.
Atreladas a estas questões, tem-se toda a tecnologia proporcionada atualmente (cds, dvds, internet, tv etc) e que possibilita a construção de uma teia de informações no tocante ao rock; por conseguinte, de forma perene ou não, este gênero musical se faz presente em parte da juventude levando milhares no planeta ao “mundo” do rock.

terça-feira, 27 de setembro de 2011




A grupo Coheed and Cambria foi recebido de uma forma não muito calorosa pelo público. Muitas pessoas preferiram assistir ao show sentados na grama, fato este que deixa claro a pouca popularidade da banda entre uma considerável por parte dos presentes. Mesmo assim, com um dos sons menos pesados da noite, os nova-iorquinos apresentaram algumas de suas canções, como "Here We Are Juggernaut" e "Gravemakers And Gunslingers". Os músicos só conseguiram cativar o público de vez no final do show. Pouco antes de deixar o palco, o vocalista Claudio Sanchez comandou um cover de "The Trooper", do Iron Maiden, que levantou a platéia. Acompanhando as balançadas da longa cabeleira do vocalista, a multidão cantou em coro a música. Motivados com a apresentação, os fãs do heavy metal reagiram melhor as últimas canções do grupo, que encerrou o show com "No World For Tomorrow" e "Welcome Home".







O desfecho das apresentações ficou por conta do grupo mais aguardado da noite. Com meia hora de atraso, já era madrugada desta segunda-feira (26) quando o Metallica subiu ao palco. Mas o quarteto fez valer a espera e fechou a noite com uma apresentação impecável, que veio recheada com hits que a banda emplacou ao longo de sua carreira.
Foram mais de duas horas de execuções de hits consagrados pelo grupo. Com um repertório parecido com o de sua última passagem pelo Brasil, em 2010, os músicos abriram o show com a vinheta de "The Ecstasy of Gold", seguida por uma versão de "Creeping Death". Durante "Sad But True" James Hetfield atuou como um maestro, enquanto acenava para que a multidão cantasse em coro seus versos. A faixa "Fuel" foi apresentada com o usual festival pirotécnico, com um palco rodeado por labaredas de fogo. "Fade to Black", "Master of Puppets" e a balada "Nothing Else Matters" também integraram as apresentações, que teve faixas concentradas nos primeiros discos do grupo. "Enter Sandman? foi a última canção antes do bis, e a performance foi entoada por milhares de pessoas. O grupo encerrou o dia mais pesado do Rock in Rio com "Am I Evil?", "Whiplash" e "Seek and Destroy".

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Foram vendidos 90 mil ingressos do Rock in Rio nas primeiras dez horas de vendas oficiais, que começaram neste sábado (7) à 0h01 pela internet, segundo dado divulgado pelo perfil oficial do evento no Twitter.


As vendas em quiosques começaram às 10h deste sábado (7) no Barra Shopping, Rio Sul e Nova América Shopping. O Leader Via Center venderá ingressos a partir de segunda-feira (9).


Entradas estão disponíveis nos sites do Rock in Rio e Ingresso.com. Segundo a organização não haverá taxa de conveniência na compra via web, apenas o custo do envio pelos Correios.
A quarta edição brasileira do Rock in Rio acontece entre 23 de setembro e 2 de outubro. Falta ser anunciada apenas uma atração do Palco Mundo. Nesta sexta-feira (6), foram confirmados os grupos System of a Down e Detonautas, que tocam no último dia do evento.

vendas de ingressos

A organização do Rock in Rio vai disponibilizar, a partir da quinta-feira (25), 200 ingressos da área vip para clientes do Rock in Rio Club, cartões de benefícios com edição limitada. A venda acontecerá pelo site oficial do evento e o preço da entrada não foi divulgado.

A compra do ingresso vip será restrita a quatro por CPF e estará sujeita a disponibilidade. As entradas vip são oferecidas apenas a empresas, mas os portadores do cartão (que custa R$ 79) poderão comprá-las.

Segundo a produção do festival, a área vip proporciona "visão direta do palco Mundo e da Cidade do Rock, além de um ambiente climatizado, decorado nos mínimos detalhes". Entre os benefícios para os "sócios" do clube estão 20% de desconto na compra de produtos do Rock in Rio, pré-venda para o festival de 2013 e 15% de desconto para as compras de ingressos nos festivais do Rio, Lisboa, Madri e outros lugares.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Coletânea remasterizada dos Beatles chega ao Brasil

Chega às lojas do Brasil, no dia 19 de setembro, a versão remasterizada do álbum que bateu recordes no mundo todo, o álbum "1" dos Beatles, para comemorar o décimo aniversario desde seu lançamento.

O álbum reúne 27 sucessos dos Beatles que alcançaram o topo das paradas no Reino Unido e é uma ótima dica para fãs que ainda não conhecem muito bem a obra do quarteto de Liverpool.
O disco inclui sucessos como “Love Me Do”, “From Me to You”, “Come Together”, “I Want to Hold Your Hand”, atingiu o primeiro lugar em mais de 30 países e, durante o primeiro mês de lançamento, vendeu 6 unidades por segundo, algo nunca visto antes.

A equipe que remasterizou "1" é a mesma que trabalhou no projeto Remasters, que em 09/09/09 relançou toda a discografia dos Beatles, também totalmente remasterizada.
Deborah Duré
Redação TDM

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Venda de Ingressos

Devido a enorme procura, todos os ingressos para o Rock in Rio 2011 estão esgotados. O maior festival de musica bateu todos os recordes de velocidade de venda e mais uma vez quem deu o show foi o público.

Fiquem atentos às promoções de nossos parceiros, nas quais você ainda pode concorrer a ingressos para assistir ao festival ou então consulte a disponibilidade de pacote de viagens, através de nossa operadora oficial TAM Viagens.

Se você tem uma empresa ou é associado do Rock in Rio Club, consulte nosso atendimento corporativo quanto a disponibilidade de pacotes para área vip do festival. Esse é um espaço exclusivo climatizado, decorado e preparado, nos mínimos detalhes para receber gente muito interessante. Os telões garantem a emoção dos concertos e basta chegar à varanda para ter uma visão deslumbrante do Palco e da Cidade do Rock. A grife Aquim Gastronomia, assina o cardápio do Buffet e do Open Bar. E quem é VIP ainda tem o conforto de um estacionamento exclusivo no Riocentro e de um shuttle para ir e voltar da Cidade do Rock.

  • Rock in Rio Card
    Se você é portador do Rock in Rio Card adquirido na pré-venda em Dezembro de 2010 e ainda não realizou a ativação do seu cartão, não perca mais tempo pois sem ela você não terá acesso ao festival

    Como ativar?
    Para fazer a troca, basta procurar o link do Rock in Rio Card no site do festival ou ir diretamente ao endereço rockinriop.zetks.com/meurircard, e seguir as instruções. Serão solicitados login e senha.
    O Rock in Rio Card só é válido após a ativação do mesmo, ou seja, somente após a escolha da data pelo sistema. Não é possível mudar a data após realizar a escolha do dia.
    Meia-Entrada
    Quem comprou Rock in Rio Card como meia-entrada terá que enviar uma imagem do documento de estudante, comprovando o direito, e aguardar a aprovação. Somente após essa liberação, o cliente receberá um código que dará direito a finalizar o processo.
    Caso o documento não seja aprovado, a pessoa poderá solicitar a devolução do dinheiro ou pagar a diferença para ter direito a uma entrada inteira. Será necessário apresentar a carteira de estudante ou um documento que comprove o direito à meia-entrada no dia do evento.

  • Historia Do Rock
    Quem é o pai do Rock?
    O termo Rock and Roll é atribuído (de forma controversa) ao disc-jockey Alan Freed, que atuava em Cleveland (por este motivo e que lá fica o prédio do Rock and Roll Hall Of Fame), que utilizava esta expressão em seu show de rádio.
    Mas o termo apareceu pela primeira vez em um blues de Big Joe Turner, que dizia: "My baby, she rocks me with a steady roll" (Minha garota me embala com o balanço certo) . Inventor ou não Alan Freed teve um papel importante pois seus programas de radio se transformaram em grandes shows ao vivo, sempre com grandes atrações como Chuck Berry e Jerry Lee Lewis. Alan Freed morreu na miséria depois de ter sido acusado de receber dinheiro para tocar discos de certos artistas e não de outros.

     O Rock no Resto do mundo
    Anos 50
    A história do Rock não se resume em 50 anos , é muito mais que isso. Como exemplo, vamos usar a teoria da relatividade: 50 anos de Rock é muito mais significante para nós, de que 1951 D.C., antes do Rock.
    Em 1951, o Rock é divulgado pela primeira vez em um programa chamado Moodong's Rock and Roll Party, na radio WJW, de Cleveland, Ohio. O Novo som é gravado por Bill Haley (1925-1981) na canção, Shake Rattle And Roll. Neste mesmo ano o imortal Elvis Presley (1935-1977) atinge o sucesso com a música 'That's All Right Mamma' - é o começo do Tradicional Rock and Roll. O reconhecimento nacional vem com a eterna canção de Bill Haley, 'Rock Around the Clock' que é trilha do filme 'Sementes da violência'. Em 1956 o Rock era cada vez mais evidente entre as trilhas sonoras obrigatórias, e Elvis Preley com Heart Braker Hotel consegue a marca de disco (compacto) mais vendido do pais.
    Um som de letras simples e sem maldade, talvez pelo ritmo mais acelerado ou por ser cantado por cantores excêntricos e exóticos, o rock é chamado de som de rebeldes. Grandes nomes desta fase sãoChuck BerryJohnny B.Good, e Little Richard, com Long Tail Sally.
    Anos 60
    No inicio dos anos 60 , surge uma banda que, sem sombra de dúvidas, foi a que mais influenciou o mundo do Rock, os Beatles. Em Setembro de 1962, a musica Love Me Do, é número um em todas as paradas de sucesso. Logo os Beatles conquistam os E.U.A , e não muito depois, o mundo ocidental.
    O sucesso dos Beatles é paralelo à Guerra do Vietnã. Nesta época o rock tem influência no modo de vida das pessoas e, com isso, surgem os Hippies. Então, o Rock ganha tom político, e Bob Dylan se revela o grande compositor da época, unindo musica folclórica ao Rock, com hinos à paz, como Blowin in the wind.
    Também nesta década surge o Rolling Stones, grupo mais ousado que os anteriores. Suas letras, picantes para a época, e grandes shows, com muitos efeitos misturando o Rock and Roll a imagens e efeitos visuais, foi muito usados pelo psicodélico Pink Floyd.
    O polêmico James Douglas Morrison (o camaleão Jim Morrison) forma o The Doors, e Light my Fire é sucesso. Andy Wharol, publicitário conhecido como o pai do Pop, diz que no futuro todas as pessoas terão os seus 15 minutos de fama. Apesar da letra "pornográfica" para a época, a frase "Sex , Drugs and Rock n' roll" é evidente nos grupos de vanguarda, como o Velvet Underground, de Lou Reed em um Rock já transgressor e polêmico.
    Em um festival na Califórnia em 1967 chamado Festival de Monterrey, destaque para uma mulher com a voz que faria o mundo tremer, Janis Joplin. Na mesma onda surge um dos maiores símbolos do rock, o pai da guitarra elétrica e do psicodelismo na música de todos os tempos, o canhoto Jimi Hendrix, com o seu álbum clássico 'Are you experienced?'.
    1969, sem duvida, é o ano do rock, O WOODSTOCK reune 500 mentes pensantes, o maior evento musical já visto até hoje.
    Anos 70
    No fim da década de 60 o Rock é balançado por baterias agressivas e gritos do novo estilo Hard Rock. Revelam-se então Robert Plant e Ian Gillan, que balançam o mundo com seus vocais nervosos e vozes suaves, sem contar o gênio Ozzy Osborne que assusta o mundo com o Black Sabbath. Há quem acredite que essas três bandas já são tendências diferentes de Metal: Led Zeppellin e Deep Purple, Heavy Metal, e Black Sabbath, Black Metal.
    Os anos 70 têm diferentes épocas, com os sons oscilando rapidamente e os "gêneros do Rock" são mudados rapidamente entre esses 10 anos, do som progressivo do Yes e do Genesis, que marca o inicio da década.
    Em 1975, na Inglaterra, destacam-se duas ondas totalmente diferentes, Sid Vicius com o punk Sex Pistols, e o Iron Maiden com o Heavy Metal.
    Os Ramones lançam o seu Álbum homônimo em 1976. Fresh Fruit for Rotting Vegetables é lançado em 1980 pelos Dead Kennedys, clássico do hardcore.
    No fim da década acontece o movimento New Age, tendo como principal expoentes os grupos Talking Heads e The Police, do Eco-Pop-Star Sting.
    Anos 80
    A Fusão de gêneros e estilos é sem dúvida a marca dos anos 80. Em Setembro de 1981 um vocalista chamado Paul Bruce Dickinson, em um show de sua banda Samson, se junta ao Iron Maiden. Steve Harris fica espantado com a voz daquele vocalista e o chama para entrar no Iron Maiden. O album "The Number Of The Beast" é até hoje considerado pelos críticos musicais como o som que revolucionou o Heavy Metal.
    Surge também nessa época uma das bandas mais populares de todos os tempos. O Metallica é no princípio uma banda de Trash Metal, mas logo se populariza e torna se mais uma banda de Hard Rock nos moldes de Led Zeppelin e Deep Purple.
    Também da década de 80 são os Guns N'Roses do polêmico Axl Rose. You Could be Mine é música tema do filme de ficção O Exterminador do Futuro 2, com Arnold Schwarzenegger.
    Sem dúvida as várias divisões do Metal são marcantes dos anos 80, em Black Metal destacam-se o Sentenced, e o Testament, de Trash Metal a banda brasileira Sepultura é uma boa representante do gênero, e de Death Metal o Pantera e o Canibal Corpse é muito evidente também.
    Em 1985 no Rio de Janeiro, Brasil, é realizado um grande evento de rock, um dos maiores já vistos. O Rock In Rio, como foi chamado, trouxe bandas como Iron Maiden, Ac/Dc e o fenômeno Scorpionscom Still Love You.
    A onda Dark, inspirada no Sex Pistols que fala sobre problemas do cotidiano dos jovens ingleses, o Dark Rock, teve como ícones o The Cure e The Smith. O Gothic Metal também expressa o sofrimento musical do gótico dos anos 80. A ótima voz de Bono Vox é sucesso com o U2 e Sunday Bloody Sunday é destaque nas rádios chamando a atenção aos freqüentes conflitos religiosos na Irlanda, terra natal dos integrantes.
    Anos 90
    A Década de 90 é uma época de vários estilos marcantes, principalmente na vida dos jovens de hoje. Em 1991, em Seattle, nasce o movimento Grunge, liderado pelo Nirvana e o depressivo Kurt Donald Cobain, que chega nas paradas da MTV com o singles de Smells Like Teen Spirit, o Soundgarden de Cris Cornell, o Pearl Jam de Eddie Vedder, que é sucesso com o seu primeiro álbum "Ten", e o Alice in Chains.
    O Rock britânico ganha novas bandas como o polêmico Oasis, o Supergrass e Blur, que fazem parte do movimento Britpop. Entre as cantoras, a islândesa Björk e a canadense Alanis Morissette são os destaques da nova geração.
    O rock europeu dos anos 90 inspira-se em temas ligados à discriminação racial e conflitos étnicos, como é o caso da Banda Alemã Deesendent. Novas bandas surgem nos EUA, como Everclear e Tripping Daisy, que dão novo formato a vários gêneros, como Hard Rock , Pop e Surf Music.
    Em 1992 no Brasil é realizada a segunda edição do Rock In Rio, que tem como show principal, o novo fenômeno do mundo do Rock, o Gun n' Roses.
    Em 1994, ano do ressurgimento do Woodstock, Metallica, Green Day, Colletive Soul e AeroSmith fazem o novo Woodstock valer a pena. Neste mesmo ano o mundo conhece um novo Alice Cooper, Marilyn Manson com letras falando de satanismo e arranjos assustadores.
    Bandas como os Beastie BoysSublimeJane's addiction, Rage against the MachineRed Hot Chili PeppersFaith no More, entre outras, são uma salada de estilos musicais e se destacam em festivais de Rock pelo mundo afora, misturando o Hard Rock com Ska, Hip-hop e Funk.
    Seguindo a fórmula do Rock clássico, variando de Hard Rock a baladas, bandas como o Sonic YouthThe Black CrowesRadioheadSmashing PumpkinsGreen Day, etc. mantém um bom interesse entre os jovens adoslecentes, nem se limitando ao underground, nem totalmente 'vendidos' como as bandas pop-metal que surgiriam alguns anos depois.
    Perto do Bug dos carimbos de datas, eventos como o Tibetan Freedom Concert, o Rock for Choice, os shows para a libertação de Mumia Abu-Jamal entre outros, introduziram o showmício nos USA e na Europa: apresentações de grandes bandas engajadas em arrecadar fundos e chamar a atenção da mídia e das pessoas para situações políticas desiguais e de exploração em todo o mundo. Bandas como Rage against the Machine, U2, Beastie Boys, O Rappa, Paralamas do Sucesso, Bad religion, L7 e tantas outras viram uma boa oportunidade para juntar o útil ao agradável nesses shows e em trabalhos paralelos.
    Anos 00 / Século XXI
    O principio do Século 21 é marcado pelo maior festival de "Rock" (atenção: entre aspas), já visto desde o original Woodstock. Em 2001 o Rock In Rio III une de vez todos as "Tribos", com shows desde Sandy e Jr e Britney Sperms, até a paulera do Sepultura. Red Hot Chilli Peppers, Deftones, Silverchair, Oasis, Beck, Iron Maiden e outras bandas se apresentaram nos 7 dias do evento. Um dos destaques foi o Qüeen of the Stone age, com seu Stonner Rock. O destaque negativo foi o Guns n'Roses com o patético balofo Axl Rose, mais perdido que cego em tiroteio..
    Não se pode dizer que o festival no Brasil foi uma grande festa do Rock, afinal Carlinhos Brown, Daniela Mercury, Sandy e Jr., Britney Spears e a Orquestra sinfônica não são sonhos de nenhum roqueiro decente. A verdade foi que, acreditando que as bandas nacionais de Rock (Charlie Brown Jr., Raimundos, O Rappa, Barão Vermelho, entre outras) implorariam de joelhos para fazer parte de um evento tão chamativo na mídia no mundo inteiro, os organizadores tomaram um grande Não! na cara-dura, e várias bandas cancelaram a participação devido a quebra de palavra e principalmente pela vigarice dos organizadores. Alguns motivos foram redução de cachês combinados na última hora, horários "marotos" como 9:00h da manhã para um show do O Rappa, entre outras surpresas..
    O Heavy Metal, quem diria, se tornou "Pop" nesse novo milênio, principalmente pelo movimento "Nu-Metal". O Nu-Metal, de bandas como o Limp Bizkit, Kid Rock, P.O.D, etc., e parece ter tomado o lugar na mídia do Pop reciclado de tempos em tempos, como o dos Backstreet Boys. Como resultado, um lixo sonoro sem fim atrai multidões de garotas de 12 anos, e bandas como Limp Bizkit fazem as trilhas sonoras de filmes de sucesso, como Missão Impossível 2 e O Demolidor.
    A história do Rock ainda está sendo contada. E, com certeza, esta história está incompleta por não falar mais de bandas como o Kiss, Anthrax, Slayer, Ratos de porão, David Bowie, Camisa de Vênus, Ultraje a Rigor, Qüeen, Massacration, etc., que marcaram uma fase da vida de muitas pessoas, de diferentes lugares e condições, explorando principalmente a rebeldia, mas também a inteligência e a capacidade dos seus fãs de passar a voz adiante e criar novas bandas de Rock..

    segunda-feira, 12 de setembro de 2011

    Diferencia do rock dos anos 80 pro rock atual no Brasil


    Anos 80:
    Ainda é cedo-Legião urbana

    Uma menina me ensinou
    Quase tudo que eu sei
    Era quase escravidão
    Mas ela me tratava como um rei
    Ela fazia muitos planos
    Eu só queria esta ali
    Sempre ao lado dela
    Eu não tinha onde ir
    Mas, egoísta que eu sou,
    Me esqueci de ajudar
    A ela como ela ajudou
    E não quis me separar
    Ela também estava perdida
    E por isso se agarrava a mim
    também
    E eu me agarrava a ela
    Porque eu não tinha mais ninguém
    E eu dizia: - Ainda é cedo
    cedo, cedo, cedo, cedo (3X)
    E eu dizia ainda é cedo...
    Sei que ela terminou
    O que eu não comecei
    E o que ela descobriu
    Eu aprendi também, eu sei
    Ela falou: - Você tem medo
    Aí eu disse: - Quem tem medo é
    você
    Falamos o que não devia
    Nunca ser dito por ninguém
    Ela mim disse:
    - Eu não sei mais o que eu
    sinto por você. Vamos dar
    um tempo, um dia a gente se vê
    E eu dizia: - Ainda é cedo
    cedo, cedo, cedo, cedo (3X)
    E eu dizia ainda é cedo..

    Rock atual:
    Um minuto para o fim do mundo- CPM22

    Me sinto só,
    Mas quem é que nunca se sentiu
    assim
    Procurando um caminho pra
    seguir,
    Uma direção - respostas
    Um minuto para o fim do
    mundo,
    Toda sua vida em 60 segundos
    Uma volta no ponteiro do
    relógio, pra viver
    O tempo corre contra mim,
    sempre foi assim e sempre vai
    ser
    Vivendo apenas pra vence a
    falta que me faz você
    De olhos fechados eu tento
    esconder a dor agora.
    Por favor entenda, eu preciso ir
    embora porque!!!!
    Quando estou com você
    sinto meu mundo acabar,
    Perco o chão sob os meus pés
    Me falta o ar pra respirar
    E só de pensar em te perder por
    um segundo,
    Eu sei que isso é o fim do
    mundo
    Volto o relógio pra trás
    tentando adiar o fim,
    tentando esconder o medo de te
    perder quando me sinto assim
    De olhos fechados eu tento
    enganar meu coração
    Fugir pra outro lugar em uma
    outra direção porque
    Quando estou com você
    Sinto meu mundo acabar,
    Perco o chão sob os meus pés
    Me falta o ar pra respirar
    E só de pensar em te perder por
    um segundo,
    Eu sei que isso é o fim do
    mundo.

    Rock


    O Rock é tão abrangente que você encontra estilos musicais baseados no Rock que tem a letra inspirada em assuntos completamente diferentes. Vai variar desde ao Rock mais lento, que fala sobre amor, tristeza, solidão, etc… Até o Rock mais animado que fala de festa, agitação, bebedeira e etc…
    O Rock teve um enorme impacto cultural, ainda mais na década de 70 a 90, quando as pessoas eram mais repreendidas, principalmente os jovens, que se inspiravam nas letras muitas vezes polemicas.
    Pode se dizer que o Rock é o estilo musical que mais fez sucesso na história, pois até hoje cerca de 70 anos do surgimento do rock, o estilo musical ainda existe e faz sucesso como nenhum outro.

    A Origem do Rock. Como surgiu o Rock And Roll

     Qual é o amante do rock androll que nunca se perguntou; “Como surgiu o Rock And Roll? “
    Bom, o gênero musical Rock AndRoll é muito abrangente hoje em dia, ele tem diversos estilos musicais como, Rockabilly, Hard Rock, Soft Rock, Heavy Metal entre muitos outros.


    elvis-presley-rock-roll

    Mais sua real origem é o Rock And Roll que surgiu nos Estados Unidos no final da década de 40 e inicio da década de 50, com raízes baseadas em ritmos Afro-Americanos, o Rock se espalhoupelo mundo de uma maneira rápida e avassaladora.
    O Rockabilly é um dos melhores exemplos que fizeram sucesso, principalmente na década de 50 e 60 com cantores como Elvis Presle.

    Impacto do Rock na Sociedade

    A juventude atual pode ser dividida em diversos grupos de atuação
    na realidade, sendo que  muitos deles têm em comum o aspecto do lazer.
    Posto isso, nesta tese abarcou-se o impacto que o gênero musical  rock
    provoca no comportamento do jovem  universitário fã entusiástico deste
    gênero musical, abrangendo-se questões como a formação da identidade,
    visão de mundo, meios de  expressão, visual, dentre outros, sendo que há
    uma sociabilidade juvenil estabelecida a partir da identificação e do
    compartilhar do gosto e práticas de lazer.

    Impacto do Rock na Sociedade !


    Para começar, quero deixar claro que o conceito da Sociedade do Espetáculo não é meu, mas de Guy Debord, que publicou um livro com esse título em 1967. Não quero me estender sobre isso, portanto vou apenas dizer resumidamente que a Sociedade do Espetáculo é onde coisas banais são transformadas em grandes eventos. Tipo casamento de celebridades, manja? Pois então, eu vou partir daí para desenvolver o meu próprio conceito, o de que o Rock é a música oficial da Sociedade do Espetáculo.
    O Rock e o espetáculo sempre andaram lado a lado. De Jerry Lee Lewis chutando o banquinho do piano aJimi Hendrix colocando fogo na guitarra, das maquiagens do Kiss ao discurso True Metal do Manowar, o Rock pode ter muitas utilidades, mas nunca abre mão do show. Nem mesmo quando aparenta abrir mão dele. Mas isso demorou a acontecer. Comecemos do começo.
    Quando o Rock começou a derivar do Blues, como você bem sabe, os primeiros músicos eram negros. Logo, o capitalismo (e não pense que eu sou daqueles caras que quando fala de capitalismo já começa a criticar, estou apenas me referindo ao sistema econômico vigente) percebeu a possibilidade de lucro mas, diante de uma sociedade estadunidense racista, que não ouviria músicas cantadas por negros, decidiu investir em um branco bonitão, que dançasse como os negros e cantasse exatamente as mesmas músicas. Surgia o rei do Rock, Elvis Presley.
    Isso acontece até hoje. Gravadoras e demais empresas do ramo do entretenimento têm pessoas contratadas para tentar descobrir indivíduos que são pioneiros em determinadas manifestações culturais. Quando descobrem, dão um jeito de levar isso para o "mainstream". Assim, a cultura surge espontaneamente, mas só se torna realmente popular quando é apoiada pelas grandes empresas. E, como conseqüência disso, deixa de ser "cool" e logo a indústria tem que procurar por novas manifestações espontâneas. Isso é perfeitamente representado em um documentário chamado "Merchants of Cool", que eu realmente recomendo para quem se interessa pelo assunto (indústria cultural e tal). Mas voltemos à nossa história do espetáculo no Rock.
    Pelo que sei, a primeira banda a levar o espetáculo realmente a níveis extremos foi o Kiss. Eles sempre diziam que queriam se tornar a banda que gostariam de ver, mas é impossível para nós saber se isso realmente é verdade ou se eles simplesmente perceberam a tendência pela qual o Rock estava seguindo e decidiram explorá-la. De uma forma ou de outra, foi uma sacada genial, pois se o Kiss pode não ser exatamente o que os membros da banda realmente queriam ver, sem dúvida era o que os jovens da Sociedade do Espetáculo demandavam naquele momento.
    Para começar, a maquiagem e a "persona" de cada um deles já diferenciava a banda de todas as outras da época. Como se isso não os concedesse destaque suficiente, se especializaram em fazer típicos espetáculos de circo nos shows, começando com coisas mais baratas, como Gene Simmons cuspindo fogo. Conforme a banda crescia, iam crescendo também as coisas que faziam no palco, chegando ao ponto até de dar óculos 3-D para a platéia (como aconteceu no último show que deram no Brasil – o que era completamente inútil, já que se você podia ver a banda naturalmente em 3-D no palco, por que colocaria óculos para ficar olhando para o telão?) ou mesmo de tocar com uma orquestra. Para bandas como oScorpions, que flertava desde seus primeiros álbuns com a música erudita, tocar com orquestra era uma evolução natural. Para o Kiss também era, mas por outro motivo, e esse motivo era o simples espetáculo de estar no palco ao lado de uma orquestra. E melhor ainda se essa orquestra se maquiar como a banda.
    Somado a todo o espetáculo visual envolvendo o Kiss, nada mais natural que o estilo escolhido pela banda fosse inicialmente o bom e velho Rock ‘n’ Roll. Logo, percebendo que o Hard Rock seria o herdeiro definitivo da diversão e da festa que monopolizava os primórdios do Rock, nada mais normal que fossem, aos poucos, migrando para ele. Por outro lado, as letras do Kiss sempre foram uma constante, e tratavam dos assuntos mais pertinentes à Sociedade do Espetáculo: sexo, diversão e festas. Claro, a genialidade da banda em perceber e fazer tudo isso seria inútil se eles não conseguissem permear todo seu pacote com melodias pegajosas e refrões capazes de mover estádios. Eles foram capazes de fazer isso com maestria e assim se tornaram uma das maiores bandas da história da música.
    A sacada do Kiss também se estendeu nos anos 80. Com o surgimento da MTV, o Hard Rock explodiu em sua vertente mais Pop, cheio de refrões bonitinhos e músicos galãs que faziam as menininhas se apaixonarem (vide Bon Jovi). Percebendo isso, o Kiss eliminou a maquiagem e alterou seu som para se adequar ao que os jovens da época ouviam. O resultado foram músicas e clipes como "Crazy Nights" (não por acaso uma das que mais gosto da banda) e "Forever", sem falar de mais milhões e milhões de dólares nos bolsos de Gene Simmons, Paul Stanley e quem quer que estivesse tocando com eles no momento. OAlice Cooper é outro bom exemplo de gênio que soube explorar a tendência, embora o Kiss tenha levado essa exploração a seus extremos, sobretudo pela quantidade de "merchandising" e produtos relacionados à banda, que vão de camisinhas a caixões.
    Diante de tantas bandas coloridas e com músicas fofinhas, era óbvio que boa parte dos jovens oitentistas se manifestariam contra isso. Como a Sociedade do Espetáculo poderia reagir? Ora, apresentando um outro tipo de espetáculo. E assim surgiram as bandas do “outro lado” do Hard Rock: o lado feio, pesado e agressivo. Essa manifestação foi capitaneada principalmente por três grupos: W.A.S.P., Twisted Sister e Mötley Crüe.
    Todas essas bandas tinham um apelo visual óbvio, mas ao contrário de bandas como Van HalenBon Jovi,Poison ou Warrant, sua maquiagem tendia a algo mais grotesco e feio (Twisted Sister), vampiresco (W.A.S.P.) ou até mesmo com temas satânicos (Mötley Crüe), tudo uma rebeldia de boutique criada às vezes pela banda, às vezes por empresários (e às vezes até pelos dois juntos). O som dessas bandas também não trazia coraizinhos e melodias fofinhas (ou, pelo menos, não tanto como nas outras), mas era igualmente pegajoso e divertido. Suas letras mostravam um lado mais rebelde e mais machão, falando de coisas como motos, velocidade e coisas mais “do mal”, ao contrário da outra corrente, que costumava focar suas letras principalmente em sexo e amor.
    Mesmo assim, é impossível negar que existe muito humor nas letras do Blackie Lawless "(I Fuck Like a Beast" é, na minha opinião, uma das frases mais engraçadas já cunhadas por uma banda) e, sobretudo, nos clipes do Twisted Sister, que pareciam um desenho do Pernalonga filmado. Aliás, ao contrário dessas duas, o Mötley Crüe logo acabou “mudando de time”, abandonando a maquiagem pesada e os temas chocantes para se aproximar das bandas menos radicais do Hard Rock.
    Essa parte marqueteira, contudo, nem sempre se refletia nas atitudes. Por exemplo, W.A.S.P. e Mötley Crüe costumavam protagonizar o mesmo tipo de confusão que o Poison, enquanto o Twisted Sister, apesar do som pesado e da cara de mau, parecia ser composto de sujeitos tão bonzinhos quanto o Bon Jovi.
    Como todo esse exagero, no início dos anos 90, os jovens estavam saturados com tanto apelo visual e shows cheios de pirotecnias. Assim, surgiu um movimento que não ligava (ou melhor, parecia não ligar) para essas coisas. As letras eram tristes, as melodias não eram nem um pouco fofas e as bandas usavam roupas em tons pastéis, contrastando com o rosa e toda a purpurina e maquiagem que predominavam no Hard Rock. Claro, a idéia é aparentar que eles tocam com suas roupas do dia a dia e que não gostavam de ter um figurino para shows, mas tendo em mente tudo que falamos até agora, é fácil deduzir que não era bem assim e que mesmo suas “roupas do dia a dia” eram, na verdade, roupas de palco. Para contrastar com o espetáculo claro do Hard Rock, nada melhor do que um espetáculo “oculto”. Estou falando, obviamente, do Grunge.
    A atitude das bandas representava bem sua revolta com a alegria que dominava o Rock "mainstream" até então. O Pearl Jam, por exemplo, demonstrava sua rebeldia contra o sistema não dando entrevistas ou se recusando a fazer clipes. Tudo um marketing friamente calculado para capitalizar na saturação e na superexposição sofridos pelo Hard Rock nos anos anteriores. O resultado você já sabe. Milhões de dólares circularam e conjuntos como o Nirvana entraram na seleta lista de maiores bandas de Rock da história.
    O Grunge é exatamente o estilo que pensei quando disse, há alguns parágrafos, que o Rock nunca abre mão do show, nem mesmo quando aparenta abrir mão dele. O lado Espetáculo do Grunge é exatamente o fato de que ele esnoba o Espetáculo. Isso, por si só, já é seu show, e foi justamente o que atraiu muitos adolescentes dos anos 90.
    Ao chegarmos ao século XXI, solicitei a ajuda do nosso amigo Carlos Cyrino, que entende mais sobre os fenômenos mais recentes do que eu. O trecho em itálico abaixo foi escrito por ele:
    "Agora, no século XXI, principalmente entre as bandas do chamado Rock Alternativo, vivemos a onda das chamadas “salvações do Rock”. O Espetáculo é descobrir quem será a próxima sensação semanal e tentar adivinhar quanto tempo ela irá durar sob os holofotes. E, com a Internet, o trabalho do sistema de cooptar esses fenômenos "cool" para o "mainstream" ficou muito mais fácil, que o digam Strokes e, mais recentemente, os Arctic Monkeys, cria da geração dos "downloads" e cujo sucesso conseguiu passar para o formato físico, com seu disco de estréia batendo recordes de vendas de um primeiro álbum na Inglaterra."
    "Mas, uma vez dentro do grande sistema, como se manter em evidência? A resposta é utilizando-se, mais uma vez, e conscientemente dos recursos do Espetáculo. Se nas décadas de 70/80 reinavam as roupas espalhafatosas e no Grunge dos anos 90, o que pegava era o visual largadão, agora o que manda é o “retrô-moderninho”, com suas calças jeans surradas e os terninhos de brechós. As músicas? Basicamente, falam de mulheres e baladas. Como se pode constatar, isso nada mais é do que dar uma repaginada em tudo que os mestres do Kiss já fizeram, adequados às novas tendências e, portanto, às novas necessidades de mercado."
    E como todos acabam tendo de entrar nesse esquema, a competição para ver quem dá o melhor Espetáculo às vezes vai longe demais, vide os White Stripes, que se utilizam de excentricidades como só vestir roupas nas cores vermelho, preto e branco, criar factóides como a relação entre seus dois integrantes (Jack e Meg White são amigos? Irmãos? Namorados? Hoje já se sabe que foram casados), culminando no patético episódio do show de uma nota só, sem dúvida uma escorregada feia na tentativa de oferecer algo diferente. Esse é o lado ruim dessa Sociedade do Espetáculo.
    Tudo que o Kiss começou (ou melhor, aperfeiçoou) nos anos 70 continua sendo explorado até hoje pelos atuais representantes do Espetáculo, mesmo fora do Rock. Isso acontece com ídolos como Britney Spears, Justin Timberlake e por aí vai. A única diferença no que eles fazem para o que o Kiss fazia nos anos 70 é justamente o estilo musical que seguem. Afinal, hoje em dia a maior parte da juventude não ouve mais Rock, mas é inegável que o estilo foi o pioneiro ao explorar não apenas a tendência ao Espetáculo, como também a cultura jovem, obviamente os mais vulneráveis a acreditar em tudo isso.
    Finalmente, chegamos ao Metal e, como você já deve ter percebido, eu o deixei de fora da ordem cronológica. Isso não aconteceu por eu considerá-lo o único estilo de Rock 100% autêntico. Aliás, é exatamente o oposto disso. Talvez o Metal seja o derivado do Rock’n’Roll menos autêntico da atualidade. E pior, aparentemente é o que tem a maior capacidade de enganar seus fiéis – afinal, como aprendemos aqui, talvez fã seja um adjetivo muito suave para representar o típico headbanger.
    É fácil dar exemplos de Espetáculos. O Iron Maiden e seu mascote Eddie invadindo o palco, por exemplo, é típico de uma banda da Sociedade do Espetáculo. Aliás, o Maiden, como já falei aqui e aqui, é, ao lado do Kiss, um dos conjuntos que melhor soube explorar o marketing no mundo da música e tudo isso é muito bem ilustrado no documentário presente no DVD "The Early Days", que mostra como o nome Iron Maiden desde o início foi administrado como uma empresa.
    Iron Maiden, por um lado, é um exemplo de Espetáculo claro, mas o que realmente me incomoda são as bandas que escondem esse seu lado (talvez seja por isso que eu não consiga gostar de Grunge), tentando transparecer um ar de autenticidade. Refiro-me a uma banda que costumo chamar de “o Kiss do Metal”: oManowar, é claro.
    A maior parte das pessoas parece ignorar esse fato, mas o primeiro álbum do Manowar, a tal banda que “nunca vai mudar seu som” e defensora do único e verdadeiro True Metal, é completamente Hard Rock. Tirando a maravilhosa "Battle Hymn" e a sabbáthica "Dark Avenger", todas as outras músicas poderiam estar em qualquer álbum do Kiss. E esse gênero continuou sendo explorado pela banda posteriormente, mesmo quando começou a deixar seu som mais metálico – vide, por exemplo, a música "Fighting The World", 100% Hard Rock. Só muito depois é que a banda realmente abriu mão disso para se concentrar num som bem mais pesado e puramente Metal fazendo, então, o que disse que nunca ia fazer: mudar seu som (e recentemente mudaram de novo, já que o disco "Gods of War" pouco tem a ver com o Manowar divertido dos outros álbuns). Afinal, como já disse antes, pega mal para uma banda de Metal hoje em dia gravar músicas alegres e com melodias bonitinhas. O Helloween, por exemplo, está até hoje tentando se adequar a essa necessidade do mercado, ao invés de fazer o que realmente sabem, que é, exatamente, músicas alegres e bonitinhas (e os dois primeiros "Keepers" são a maior prova de como isso pode ser legal).
    Voltando ao Manowar, assim como o Kiss, eu os considero uma banda muito legal, talvez inclusive a mais divertida do Heavy Metal (excluindo o chatonildo "Gods of War"). O problema é quando seus fiéis começam a levar tudo que a banda fala a sério. Daí o que temos é um bando de imbecis movidos a testosterona e dispostos a morrer para defender o verdadeiro Heavy Metal, como se, em algum momento, ele realmente tivesse sido algo além de um estilo de música deveras interessante e bem-feito.
    E não precisa ser nenhum gênio para ver como é absurdo deduzir se os membros do Manowar são realmente daquele jeito. Ou você acha que quando Joey DeMaio vai fazer compras no supermercado, ele vai de cueca e com os músculos reluzindo de tanto óleo? Ou pior, você acha que o cara é tão Metal que não compra pão, mas subjuga o próprio Odin para fazer esse trabalho para ele? E quando Joey vai negociar o pagamento com a gravadora, você acha que o principal argumento do cara é algo tipo “"It’s fuckin’ Metal, brother! I don’t care about money, Metal is my life and for Metal I would die"!”, daí ele levanta a garrafa de cerveja, joga todo o líquido do alto na sua garganta (e erra quase tudo, como faz em shows), quebra a garrafa na mesa e, na saída, dá uma buzinada nos peitos da secretária, pega sua moto, convoca duas loiras peitudas desconhecidas a entrar no veículo e sai cantando o pneu?
    É claro que não! Ninguém vive assim o tempo todo. Nem o Guillermo Gutierrez ou o Chuck Norris! Tudo isso faz parte do Espetáculo do Heavy Metal, que você até pode chamar de "Metal Way of Life" e o Manowar sabe explorar isso muito bem. É só comparar quantos DVDs com bastidores lançaram nos últimos 10 anos e quantos CDs de inéditas saíram no mesmo período. Isso, é claro, não significa que o Manowar, ou qualquer outra banda, não gosta do que faz. Pelo contrário, é por gostar que eles souberam explorar o estilo tão bem. E isso me lembra do Massacration, que usa essa mesma exploração de forma humorística e que, ao contrário do Manowar, ninguém leva a sério, mesmo sendo absolutamente a mesmíssima coisa. Talvez se o Massacration não tivesse surgido em um programa humorístico, eles teriam fãs tão fanáticos quanto o Manowar (aliás, tem uns idiotas que acham que eu não gosto de Manowar porque vivo tirando sarro deles, quando na verdade é exatamente o contrário: eu tiro sarro deles porque gosto pra caramba da banda e, conhecendo praticamente tudo, fica fácil tirar sarro dos clichês que eles tanto repetem).
    Permita-me fazer um paralelo com o cinema. No início da sétima arte, os cineastas se preocupavam em manter a ilusão da fantasia nos seus filmes. Algumas décadas depois, contudo, surgiram diretores que, ao contrário, exploravam essa ilusão não para enganar o espectador, mas para lembrá-lo de que aquilo é só um filme. Afinal de contas, é tudo de mentirinha.
    A meu ver, é mais ou menos isso que o Massacration faz. Eles pegam todas as ilusões e clichês de bandas como o Manowar e mostram que é tudo brincadeirinha, levando tudo a tal extremo que o negócio se torna humorístico para alguns e blasfêmico para outros, os "true" ou, como prefiro chamá-los, os não praticantes. Por que os não praticantes se incomodam tanto com isso? Pelo simples fato de que eles acreditam que vivem pelo Metal. O Metal (e o Manowar ou qualquer outra banda) são mais do que um estilo de música ou uma diversão para eles, é praticamente uma religião. E isso é perigoso, pelos motivos que já abordei outras vezes nessa mesma coluna. A humanidade já mata tanto em nome de Deus, realmente precisamos matar e brigar em nome do Metal também? É um estilo de música, pô!
    O triste é que bandas como o Manowar capitalizam justamente nessa inocência (que eu prefiro chamar de burrice) do público metálico e isso não é legal. Ninguém assiste aos filmes do Schwarzenegger e acha que ele é um robô enviado do futuro ou que consegue dirigir sem usar as mãos enquanto atira nos vilões. Mas esse povo ignorante realmente acha que a vida dos músicos do Manowar é única e exclusivamente o que é mostrado no DVD. E eles, do topo da frustração de suas vidinhas normais, querem aquilo para eles. O que fazer? Adotar o "Metal Way of Life" também, oras. E normalmente esse é o momento em que o indivíduo começa a agir como um troglodita.
    Nós, o público do Rock (perceba que me incluo aí), gostamos de pensar na música como algo romântico. Queremos acreditar que os membros das nossas bandas preferidas são todos amigos, que se conheceram na escola, tocaram numa garagem, financiaram uma demo do próprio bolso e conseguiram um contrato com uma gravadora, mas que abririam mão desse contrato imediatamente se percebessem qualquer ameaça à sua liberdade criativa.
    Não é isso que acontece. Normalmente o relacionamento da maior parte dos músicos é semelhante ao de colegas de trabalho em uma empresa qualquer e, como qualquer empresa, eles têm que responder a superiores. Afinal, a gravadora os contrata para ter lucro – e os próprios artistas querem lucro. Não tem nada de errado nisso! Ganhar dinheiro não é feio ou motivo de vergonha. Pelo contrário, deveria causar orgulho.
    A rebeldia contra o sistema sempre foi intrínseca a qualquer banda de Rock e, na maioria dos casos, era uma rebeldia falsa, completamente planejada. Um bom exemplo é o Sex Pistols, que foi formada praticamente como uma "boy band", sob a tutela de um empresário (Malcolm McLaren) e que, portanto, nada tinha de rebelde. Esse tipo de formação acontece até hoje e até mesmo no Heavy Metal Brasileiro, ou seja, um empresário faz testes com dezenas de músicos, escolhe cinco que sejam bons – e, de preferência, que tenham o visual apropriado – financia a sua demo e usa dos seus contatos para arranjar um contrato para a banda. Inclusive, dizem por aí que uma das grandes bandas nacionais de Metal surgiu exatamente dessa forma e seu empresário é (ou era, dada a confusão que vem rondando o conjunto ultimamente) o dono de uma grande revista de Rock. Não vou falar quem são para não me indispor com nenhum deles, mas é fácil você constatar, já que não é nenhum segredo e o nome do empresário em questão aparece até nos álbuns da banda.
    Quando me falaram isso, logo que comecei a trabalhar com música, fiquei extremamente decepcionado, mas pensando de cabeça fria, o que tem de errado? É desonesto? Não. Tira o valor da música que a banda fez até hoje? Não, de forma alguma. Isso apenas quebra a idéia romântica explicitada há três parágrafos, dando uma imagem corporativa a esse estilo que tanto amamos. Mas se tem algo intrinsecamente errado com o Metal (e eu acredito que tem), definitivamente não é isso.
    Contei o caso acima apenas para explicitar que o meio do Rock, mais especificamente do Metal, está mais repleto de ilusões do que pensamos a princípio. A meu ver, está na hora do público, e até mesmo dos músicos, começarem a encarar o Rock e o Metal como o que realmente é. Um estilo de música, uma diversão. Isso não tira nenhum valor artístico do que as bandas realmente fazem, nem impede que ele passe mensagens interessantes (afinal, música é uma forma de comunicação). Pelo contrário, eu mesmo passei a admirar muito mais a história do Kiss quando me toquei da visão e compreensão da sociedade que eles demonstraram ao criar a banda no início dos anos 70. E o Manowar, como o “Kiss do Metal”, também está bem próximo disso, pois constatou exatamente o que os fãs de Metal queriam em uma banda. E deram isso para eles.
    Isso tudo não significa que a música não possa ter um papel importantíssimo na nossa vida (quem leu este texto sabe que ela tem na minha). Não significa que não podemos tirar lições de vida do Rock. Não significa que não podemos nos identificar com as letras e com os músicos e, de forma alguma, significa que não podemos gritar a plenos pulmões “"For Heavy Metal we will die"!” nos shows do Manowar. Estamos lá para isso mesmo, para colocar a energia para fora, para nos divertir, para cantar junto, pular, bater cabeça e bater palmas. Enfim, para participar desse espetáculo maravilhoso que é um show de Rock Pesado, a música oficial da Sociedade do Espetáculo.
    Só temos que tomar muito cuidado para não começar a levar isso mais a sério do que os filmes que vemos no cinema. Pois a partir do momento que o público começa a achar que é inimigo de um jornalista só porque ele falou mal da sua banda preferida (e infelizmente, isso acontece mais do que você pensa, é só entrar em qualquer fórum de Metal por aí que vemos tópicos como “o que a gente faz com esse cara?”, linkando uma resenha negativa do artista em questão – e um monte de gente respondendo absurdos como “tem que matar” ou “ele devia ouvir pagode”), estamos nos aproximando perigosamente das guerras estúpidas travadas por pessoas como George W. Bush e Osama Bin Laden. Com a diferença de que esse ódio todo, nesse caso, está vindo de algo que deveria existir apenas para nos deixar mais felizes: a música. Feliz dia do Rock a todos os delfonautas e a todas as pessoas que amam nos odiar em todos os fóruns internet afora! ;)


    quinta-feira, 8 de setembro de 2011

    O Mercado do Rock

    Vendas dos ingressos do Rock in Rio no Engenhão começam com longas filas

    Fãs se aglomeram para comprar ingressos no estádio.
    Segundo organização do festival, foram distribuídas 16 mil senhas na fila.


    Começou nesta terça-feira (10) com longas filas as vendas de ingressos para o Rock in Rio no Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão), na Zona Norte do Rio de Janeiro. As compras em dinheiro são feitas pela bilheteria norte e as com cartão na leste. São 16 pontos de vendas no estádio.
    Segundo a organização do Rock in Rio, foram distribuídas 16 mil senhas na fila do Engenhão. A Quiosques em shoppings não venderão mais ingressos.
    Ao ser publicada, esta reportagem informou que a venda seria concentrada no estádio a partir desta quarta-feira (11). Como foi anunciado na noite desta terça-feira (10) que os 600 mil ingressos para o festival estavam esgotados, foram suspensas as vendas de entradas no Engenhão.
    Vista aérea de fila de pessoas para compra de ingressos do Rock in Rio 2011, no Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão), na Zona Norte do Rio de Janeiro (Foto: Agência O Globo/Genilson Araújo)Vista aérea de fila de pessoas para compra de ingressos do Rock in Rio 2011, no Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão), na Zona Norte do Rio de Janeiro.
    Desde sábado (7), as entradas estavam sendo vendidas em quiosques localizados nos shoppings Rio Sul, Nova América Shopping e Barra Shopping, todos no Rio de Janeiro. A organização do evento afirmou que os ingressos devem acabar nos próximos dias.
    Nas dez primeiras horas de vendas oficiais pela internet, iniciadas à 0h01 deste sábado (7), foram comercializados 90 mil ingressos. O primeiro lote de 100 mil entradas havia se esgotado em novembro. Este lote de entradas da venda on-line já está esgotado.

    Mercado do Rock

    Mercado Livre retira ofertas de venda de ingressos do Rock in Rio.
    Após repotagem publicada pelo IG nesta quarta-feira mostrando a venda com ágio de 426% de ingressos para o Rock in Rio, o Mercado Livre emitiu comunicado informando que os anúncios mencionados no site foram retirados do ar. De acordo com a acessoria da empresa, que permite o anúncio de produtos com cobrança de comissão por vendas, a venda dos bilhetes a preços considerados abusivos está em desacordo com as condições de uso da plataforma.

    Mais sobre o Rock in Rio:

    Ingressos chegam a custar R$ 1,000 com cambistas.
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    Todos os 600 mil ingressos para o Rock in Rio estão
    vendidos!!
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    Evanesce é a última banda a ser anuciada no
    Rock in Rio.
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    System of Down é comirmado no Rock in Rio.
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    terça-feira, 6 de setembro de 2011

    O rock no Brasil

    Numa época em que a Bossa Nova predominava, o rock desembarcou no Brasil no fim da década de 1950. Os primeiros sucessos de rock genuinamente brasileiros foram “Banho de Lua” e “Estúpido Cupido”, da cantora Celly Campelo, no começo daquela década. Ainda nos anos sessenta, surgiu a Jovem Guarda, primeiro movimento do rock no país e de sucesso entre boa parte da juventude brasileira. Inspirado nas letras românticas e no ritmo acelerado padrão nos EUA, o gênero se popularizou em terras brasileiras através de cantores como Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa.
    No final da década, o grupo Mutantes misturou o rock à diversidade da música brasileira. Foram também os primeiros a serem conhecidos no exterior. Décadas mais tarde, seriam redescobertos e mais cultuados internacionalmente. Na virada para a década de 1970, surge no cenário rock brasileiro nomes como Raul Seixas e o grupo Secos e Molhados.
    Na década seguinte, o rock brasileiro seguiu um caminho com uma temática mais urbana e cotidiana. Entre os principais destaques comerciais, estavam bandas como Legião Urbana que foi um das maiores bandas de rock dos anos 80 e 90 no Brasil, RPM, Ultraje a Rigor, Ira!, Titãs, Barão Vermelho, Kid Abelha, Engenheiros do Hawaii, Blitz e Os Paralamas do Sucesso. Das entranhas da banda brasiliense Legião Urbana, veio a banda Capital Inicial. Na virada daquela década, a banda brasileira Sepultura – apesar de não estar ligada ao cenário rock do país – se torna um dos principais nomes do heavy metal no Brasil e de destaque no mundo. Nos anos 1990, outros ritmos e estilos ganharam total espaço na mídia nacional, obscurecendo ótimos grupos que surgiram no país. O mercado está praticamente fechado para o rock’n’roll, que anda encontrando sérias dificuldades para continuar existindo na cultura brasileira. Ainda assim, grupos como Raimundos e Angra , apesar de o primeiro ser punk e o segundo power metal, ainda estão abrindo espaço para os que ainda devem surgir. Muitos consideram que o rock está vivendo um marasmo. Atualmente, as bandas de rock brasileira mais apontadas no mainstream são Pitty, Charlie Brown Jr , Capital Inicial e Skank . Muitos não consideram, entretanto, essas bandas como rock. O rock também pode ser representado na sua essência pela Cachorro Grande, banda gaúcha que possui no estilo musical e visual elementos do rock setentista. É impossível ignorar as misturas que o rock brasileiro traz. Uma banda que possui uma densidade e atitude do rock, mas é considerada oriunda do movimento cultural, musical e regionalista Mangue Beat é a Nação Zumbi. Devagar e sempre, o rock continua a desenvolver-se por aqui, chegando até mesmo a ter representantes do black e death metal brasileiro, que já são conhecidos no mundo todo.

    segunda-feira, 5 de setembro de 2011

    Idolos do rock , [ Atual e os de Ontem (Passado) ]


    Reprodução
    Pete Doherty e Amy são novos representantes do lema 'viver intensamente e morrer jovem'
    “Viver intensamente e morrer jovem”. Esta conhecida máxima acompanha os astros do rock e do pop desde que esses gêneros musicais passaram a ocupar o topo das paradas, há mais de 50 anos. Os abusos de álcool e drogas e o aparente amor à “vida de excessos” parecem ser características comuns a quase todos que fazem parte do mundo do showbiz musical.

    Uma recente pesquisa realizada na Inglaterra e publicada no jornal de medicina “Journal of Epidemiology and Community Health” afirma que as celebridades da música têm duas vezes mais chances de morrer jovem do que o restante da população - a idade máxima atingida pelos astros seria 42 anos. A pesquisa fez um levantamento de mais de mil estrelas do pop e do rock que alcançaram o sucesso entre 1956 e 1999, e chegou a conclusão que além da morte vir bem mais cedo para eles, ela geralmente acontece pouco tempo após terem alcançado a fama.

    Recentemente, dois jovens membros desse grupo vêm chamando muita atenção por estarem "flertando" com a morte prematura. A cantora Amy Winehouse, 23, e o guitarrista e líder dos Babyshambles Pete Doherty, 28, são constantemente pegos com drogas, sofrem overdoses, se envolvem em tumultos, brigas e confusões, além de responderem a inúmeras acusações de infrações de trânsito. Tudo, aparentemente, sob efeito dos mais variados entorpecentes e de muito álcool.


      A MALDIÇÃO DOS 27 ANOS

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    O trio dos 'J', Jum Morrison, Janes Joplin e Jimi Hendrix
    No final dos agitados anos 60 e começo dos 70 - época das revoluções cultural e sexual, da experimentação e difusão de vários tipos de droga e da consolidação do rock como gênero musical -, nada menos do que quatro de seus maiores ídolos morreram com a mesma idade, 27 anos.

    O primeiro foi o guitarrista da primeira formação dos Rolling Stones, o carismático Brian Jones. Tido como o mais experimental dos músicos da banda, Jones abandonou o grupo e foi encontrado morto, afogado em uma piscina, em 1969. A causa da morte nunca foi totalmente esclarecida: a versão oficial classifica como “morte acidental”.

    O ano de 1970 marcou a despedida de dois grandes nomes do rock. Jimi Hendrix, considerado por muitos o maior guitarrista de todos os tempos, foi encontrado morto em uma cama de hotel, engasgado em seu próprio vômito, após ter ingerido nove pílulas para dormir. 

    No mesmo ano, a cultuadíssima cantora Janes Joplin morreu de overdose de heroína, deixando ainda mais triste toda uma nova geração que adorava rock´n´roll e pensava em mudar o mundo.

    O último grande nome dessa geração a morrer com os já “malditos” 27 anos foi o cantor e líder do The Doors, Jim Morrison. Considerado um dos primeiros poetas do rock pelas letras que escrevia para as canções do grupo, Morrison foi encontrado morto em uma banheira, num quarto de hotel em Paris, no ano de 1971. A versão oficial para a morte foi ataque do coração.


      TEMPO PASSA, A SINA CONTINUA

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    John Bonhan e Sid Vicious
    Na virada dos anos 70 para os 80, outros dois grandes nomes tiveram suas carreiras encerradas precocemente. Em 1979, após anos de dependência de heroína e uma vida marcada por tumultos, confusões e um relacionamento complicadíssimo com a grouppie e também viciada Nancy, o baixista do Sex Pistols Sid Vicious morreu de overdose em Nova York aos 21 anos. Visto por muitos como o maior nome do punk de todos os tempos, Vicious mal sabia tocar seu instrumento, o baixo, e era idolatrado pelo seu comportamento desregrado e suas atitudes contestadoras.

    Um ano depois, em 1980, o baterista do Led Zeppelin, John Bonhan, que até hoje é uma das maiores influências para qualquer jovem roqueiro que pretende se aventurar na bateria, foi encontrado morto aos 32 anos. Embora a autópsia não tenha revelado o uso de drogas, Bonhan teria tomado nada menos do que 40 doses de vodka antes de falecer.


      SUICÍDIO

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    Kurt Cobain, que deixou milhões de fãs 'orfãos' em 1994
    Kurt Cobain, líder do Nirvana , um dos grupos de vida mais curta e ao mesmo tempo um dos mais importantes da história do rock, se matou em abril de 1994. Após uma vida inteira lutando contra a dependência de heroína, Cobain pôs fim a sua vida com um tiro na cabeça, mas muitas pessoas acreditam que se não tivesse se matado, o ídolo maior do grunge teria morrido de overdose, já que teria ingerido uma quantidade mortal de heroína pouco antes de disparar o revólver.



      NO BRASIL

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    Raul Seixas, Cazuza e Renato Russo, astros do rock brasileiro que morreram cedo demais
    O fim precoce da carreira de ídolos do rock não é exclusividade de artistas do primeiro mundo. Grandes ídolos dos jovens brasileiros também tiveram suas vidas encerradas cedo demais.

    O cantor e compositor baiano Raul Seixas, que até hoje tem uma das mais apaixonadas legiões de fãs do país, morreu em decorrência de alcoolismo, agravado pela diabete, em 1989, aos 44 anos.


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    Cazuza, que chegou ao estrelato como líder do Barão Vermelho e depois consolidou uma carreira solo de grande sucesso, sempre levou uma vida desregrada, cheia de excessos. Morreu com apenas 32 anos, em 1990, em virtude do vírus da Aids.

    Em 1996, morreu aos 36 anos o "porta voz de uma geração”, como era conhecido o líder da Legião Urbana, Renato Russo. O cantor e compositor, que ainda hoje estampa a camiseta de milhares de adoradores por todo o Brasil, morreu também em conseqüência da Aids, doença que nunca admitiu publicamente.

    sábado, 3 de setembro de 2011

    Surgimento dos Nome das Bandas do Rock


    AC/DC: Um dos membros viu escrito AC/DC em uma máquina, significa “Alternating Current/Direct Current”. A banda não sabia que na época AC/DC era gíria para bi-sexual, o que causou alguns problemas no começo da banda.
    Beatles: O nome foi sugerido por Stuart Sutcliffe, primeiro baixista da banda.Um admirador da banda Crickets (grilos) de Buddy Holly e sugeriu o nome The Silver Beetles (besouros prateados), depois abreviado para apenas Beetles. Lennon sugeriu que usassem Beatles ao invés de Beetles como uma referência a "beat", que significa batida ou ritmo.
    Bob Dylan: Robert Zimmerman (nome verdadeiro de Bob Dylan), era um grande admirador do poeta Dylan Thomas.
    Deep Purple: A avó do guitarrista Ritchie Blackmore gostava muito da música “Deep Purple” de Bill Crosby.
    Dire Straits: O nome retrata a situação financeira que os integrantes estavam no começo da banda (a tradução significa Penhasco terrivel “situação desesperadora”).
    Iron Maiden: Nome tirado de um aparelho medieval para tortura. Caixa que tinha uma porta com espinhos de ferro. Quando a porta se fechava, os espinhos entravam no corpo da pessoa.
    Judas Priest: Tirado da música de Bob Dylan “The ballad of Frankie Lee and Judas Priest”.
    Kiss: De acordo com Paul Stanley, Kiss vem de um momento de inspiração, que soava perigoso e sexy. Os membros da banda negam que Kiss significa “Knights In Satan Service”.
    Led Zeppelin: The Yardbirds (banda de Jimmy Page) estavam terminando sua turnê antes de se separar. Jimmy page não queria encerrar as atividades, então deu a nova formação o nome de The New Yardbirds. Dizem que após esse momento, Keith Moon, da banda The Who falou “It will probably go over like a led zeppelin”. O nome acabou ficando Led Zeppelin.
    Metallica: Lars Ulrich estava ajudando um amigo achar um nome para uma revista de metal. A revista se chamou “Metal Mania”, mas uma das sugestões era “Metallica”, e Lars acabou usando ela para sua banda.
    Pearl Jam: De acordo com Eddie Vedder, o nome vem do processo natural que as pérolas são formadas. Excrementos e poeira que formam algo lindo.
    Pink Floyd: O nome era “The Pink Floyd Sound”, inspirado em dois músicos americanos do blues: Pink Anderson e Floyd Council. O nome mais tarde foi diminuído para Pink Floyd.
    Queen: Freddie Mercury gostava da conotação transexual e da imagem glamurosa que as rainhas possuem.
    Ramones: Homenagem a Paul McCartney, que no começo de sua carreira, era chamado de Paul Ramone. Os membros da banda adotaram o sobrenome Ramone.
    R.E.M.: Significa “Rapid Eye Movement”, que é um estado durante o sono. Surgiu quando os integrantes da banda não sabiam que nome seria então todos se alcoolizaram e escreveram nas paresdes todos os nomes que eles achassem uma boa idéia, e no ouro dia leram e foram apagando os nomes, restando esse.
    Rolling Stones: Muddy Waters possui uma música chamada “Rolling Stone”. O guitarrista Brian Jones sugeriu esse nome

    sexta-feira, 2 de setembro de 2011

    Rock é um termo abrangente que define o gênero musical popular que se desenvolveu durante e após a década de 1950. Suas raízes se encontram no rock and roll e no rockabilly que emergiu e se definiu nos Estados Unidos da América no final dos anos quarenta e início dos cinqüenta, que evoluiu do blues, da música country e do rhythm and blues, entre outras influências musicais que ainda incluem o folk, o jazz e a música clássica. Todas estas influências combinadas em uma simples estrutura musical baseada no blues que era"rápida, dançável e pegajosa".[1]
    No final dos década de 1960 e início dos anos setenta, o rock desenvolveu diferentes subgêneros. Quando foi misturado com a folk music ou com o blues ou com o jazz, nasceram o folk rock, o blues-rock e o jazz-rock respectivamente. Na década de 1970, o rock incorporou influências de gêneros como a soul music, o funk e de diversos ritmos de países latino-americanos. Ainda naquela década, o rock gerou uma série de outros subgêneros, tais como o soft rock, o glam rock, o heavy metal, o hard rock, o rock progressivo e o punk rock. Já nos anos oitenta, os subgêneros que surgiram foram a New Wave, o punk hardcore e rock alternativo. E na década de 1990, os sub-gêneros criados foram o grunge, o britpop, o indie rock e o nu metal.
    O som do rock muitas vezes gira em torno da guitarra elétrica ou do violão e utiliza um forte backbeat (contratempo) estabelecido pelo ritmo do baixo elétrico, da bateria, do teclado, e outros instrumentos como órgãopiano, ou, desde a década de 1970sintetizadores digitais. Junto com a guitarra ou teclado, o saxofone e a gaita (estilo blues) são por vezes utilizados como instrumentos solo. Em sua "forma pura", o rock "tem três acordes, um forte e insistente contratempo e uma melodia cativante".[1]
    A maioria dos grupos de rock são constituídos por um vocalista, um guitarrista, um baixistae um baterista, formando um quarteto. Alguns grupos omitem uma ou mais destas funções e/ou utilizam um vocalista que toca um instrumento enquanto canta, às vezes formando um trio ou duo; outros ainda adicionam outros músicos, como um ou dois guitarristas e/ou tecladista. Mais raramente, os grupos também utilizam saxofonistas ou trompetistas e até instrumentos como violinos com cordas ou cellos.

    Pesquisa e postagem feita por Tainara Victória.