segunda-feira, 10 de outubro de 2011

o mercado do rock
Os quase cinquentões do Red Hot Chili Peppers deixam público sem fôlego e ganham Disco de Platina em SP
A banda californiana toca pela quarta vez no Brasil e ganha Disco de Platina no camarim, antes de pisar no palco em São Paulo


























Ninguém ligou se os ingressos custaram R$200 e R$500, e muito menos se era quarta-feira e no dia seguinte era dia de acordar cedo para trabalhar ou estudar. Os fãs queriam curtir os californianos do Red Hot Chili Peppers que arrastaram para Arena Anhembi – na zona norte de São Paulo – 30 mil pessoas, na fresquinha noite do último 21 de setembro.

Com 30 minutos de atraso, o show começou às 22h ao som de "Monarchy of Rose", do novo CD "I''m With You” – décimo da carreira da banda. O público pulava tanto que parecia ter mola na sola do sapato de cada um. A alegria era contagiante e todo mundo vibrou quando o vocalista Anthony Kiedis perguntou: "Tudo bem?"

É de dar inveja o gás dos integrantes quase cinquentões. Pularam, brincaram, corriam, interagiam com o público, explorando o palco completamente. Entre a plateia, muitos jovens ficaram sem fôlego e elogiavam a energia dos músicos.

O percussionista brasileiro, Mauro Refosco, convidado pelo Flea para gravar “I’m With You” com suas influências afro-brasileiras e sair em turnê com a banda, foi devidamente apresentado por Anthony que o chamou de "bad motherfucker".

"Can''t Stop" e "Tell Me Baby" vieram na sequência com total destaque para o baixo com linha funk do Flea, acompanhado pelo baterista Chad Smith. Flea foi um show a parte com suas já conhecidas danças esquisitas, balançando a cabeça. "Higher Ground", cover de Stevie Wonder, também foi tocada.

Que o Red Hot Chilli Peppers é uma máquina de hits, isso ninguém mais tem duvida, principalmente baladas – ou seja - “Under The Bridge” não poderia faltar no repertório. A canção teve a introdução interrompida, pois o novo guitarrista Josh Klinghoffer usou o pedal errado. Mas logo que conseguiram tocar novamente, fizeram público e banda virar uma só massa. Era de arrepiar todo mundo cantando junto, numa só sintonia, inclusive muitos fãs choravam emocionados. A música serviu também para embalar beijos ‘calientes’ entre casais – alguns se formaram ali mesmo.

Josh já tinha errado antes de “Under The Bridge”. Suas ‘vítimas’ foram os primeiros riffs de "Otherside", fazendo os demais músicos se atrapalharem. Tudo bem que a culpa não era só dele, pois Anthony já havia reclamado para o roadie que o som estava com péssima equalização. Mas como já foi dito na resenha do novo CD, Josh até se esforça só que não recheia as músicas com a mesma personalidade igual John Frusciante fazia. E outro detalhe importante, a banda parece - tanto no disco quanto no show – ainda não estar musicalmente entrosada.

Tirando esses problemas técnicos, é inegável que banda e público se divertiram bastante durante 1h40 de show que foi encerrado com a energizante “Giver It Way”, do CD "Blood Sugar Sex Magik" (1991).

“I’m With You” já é Disco de Platina no Brasil























Antes da apresentação, ainda no camarim, a gravadora Warner Music Brasil entregou para os integrantes do Red Hot Chili Peppers o Disco de Platina equivalente a 40 mil cópias vendidas aqui no Brasil, do CD “I’m With You”, desde o dia 31 de agosto – quando chegou às lojas.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

mercado do rock

Site elege as dez melhores músicas do Nirvana

Em abril deste ano fez quinze anos da morte de Kurt Cobain, do Nirvana. E, na ocasião, o site askmen.com elaborou uma lista com as 10 melhores do power trio de Seattle. Confira:

1º - "Smells Like Teen Spirit": Era quase óbvio que essa seria a canção número um de uma lista que deixou de fora até "Heart Shaped Box". Porém a música tem muito peso tanto no sentido de som quanto para a indústria fonográfica. É óbvio que o Nirvana não foi a banda que inventu o Grunge mas é muito óbvio também que ela foi a de maior destaque e divinamente merecida, porque não é todo dia que se vê uma banda de três garotos imundos indo contra tudo que boy bands pregavam.

2º - "All Apologies": Citada como o melhor riff de guitarra da banda, o destaque vai para o final da faixa, onde todos os membros cantam juntos, em perfeita harmonia.

3º - "Something in The Way": A "última" faixa do "Nevermind" narra o mito de Kurt supostamente ter vivido embaixo de uma ponte por algum tempo. Uma canção mórbida e atraente.

4º - "Sliver": Uma canção antiga, entrou para o B-side de "Incesticide". Os méritos da música vão para sua simplicidade, o baixo de Novoselic e a cativante "história" supostamente veridica de Kurt em algum tempo de sua infância.

5º - "You Know You're Right": A canção que gerou batalhas judiciais entre os membros restantes da banda e a senhora Cobain, apareceu na coletânea intitulada Nirvana, conhecida pelos fãs como "a caixa preta", de 2002. A canção explodiu nas rádios e levantou novamente a moral da banda, colocando bandas post-grunges como Creed e Nickelback pra comer poeira.

6º - "Serve the Servants": A abertura do último álbum oficial da banda, "In Utero". Nela Cobain ataca seu pai e o mal da adolescência e do divórcio.

7º - "Pennyroyal Tea": A versão que ganhou o 7º lugar foi a do "MTV Unplugged in New York". Apresentação bastante tocante, onde Kurt Cobain toca a canção sozinho e de maneira bastante expressiva. Na terceira parte da música ele diminui o tempo da canção e sua voz falha, e esse é um dos motivos pelos quais a música tornou-se tão bela.

8º - "Spank Thru": "Inédita" até então, apareceu no "From the Muddy Banks of the Wishkah". Ao que parece, "Spank Thru" foi a primeira canção que Kurt tocou, na época do “Fecal Matter”.

9º - "Come As You Are": A terceira faixa do "Nevermind" na qual aparece um Kurt Cobain mais "soft". E ela traz uma frase que faria sentido alguns anos depois: "Now I don't have a gun".

10º - "Rape Me": Destaque para a apresentação nos SNL e sua letra controversa. Parte do álbum "In Utero".

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Veteranos e novatos no Mercado do Rock


Artigo de Aramis Millarch originalmente publicado em 22 de fevereiro de 1986
A prosperidade de uma novíssima geração que absorve a música pop faz com que as gravadoras continuem a manter uma intensa política de produção de LPs com grupos de rock nacionais, paralelamente à regular invasão de conjuntos novos - ou o reaproveitamento dos nomes já consagrados em décadas anteriores. A Polygram colocou nos últimos meses mais de 30 LPs de rock nas lojas, a CBS começou o ano com o pacote New Rock Collection, reunindo 12 grupos (dos quais apenas um, The Clash, já conhecido) e a WEA, que tem o marketing mais seguro na área também continua a explorar sua fatia. Aindda agora, pela WEA, temos "9012 Alive - The Solos", registrado em março de 1984 quando o grupo Yes voltou a excursionar por vários países. Formado em Birmingham, em 1968, por John Anderson (vocais) e Chris Squire (baixo), o Yes teve nestes 18 anos de estrada inúmeras substituições e evoluções. Seus integrantes passaram também por experiências-solo e no final de 1983 a banda retomou com uma nova formação, ainda com Anderson, Squire e Alan White (bateria) dos tempos históricos, mais Trevor Rabin (guitarra) e Tony Kaye (teclados). O álbum que fizeram então ("9012") ganhou o Disco de Platina e levou a música "Owner Of a Lonely Heart" ao primeiro lugar nas paradas. Agora, temos este registro de apresentações ao vivo, feitos no Canadá ("Hold On", "Changes", "Amazing Grace", "Whitefish") e Dortmund, Alemanha ("Si", "Solly's Beard", "Soon"). The Cars, banda formada em Boston, em 1977, por músicos que já haviam participado de outros grupos (entre os quais Richard and the Rabbit a Cap´n Sing), consegue manter-se com a mesma estrutura musical - um som pop com toques eletrônicos a apelos dançantes. Também a banda permanece inalterada, coisa rara no universo pop: Rick Ocasek (guitarra), David Hobinson (bateria), Benjamin Orr (baixo) Elliot Easton (guitarra) e Greg Hawkes (teclados, sax) - todos vocalistas. Em "The Cars Greatest Hits" (WEA) estão reunidos os principais sucessos de seus Lps anteriores ("The Cars", "Candy O", "Panorama", "Shak It Up" e "Heartbeat City"), todos, aliás, ganhadores de Discos de Platina nos EUA. Destaque especial para "Tonight She Gones", única inédita do LP. Ao lado de grupos conhecidos como Yes ou The Cars, a WEA traz novos artistas. É o caso do grupo pop norueguês A-Ha ("Hunting High And Low", janeiro/86), formado por Pal Waaktaar e Mage, amigos desde os 12 anos e que tocavam em várias bandas em Oslo. Aos 14 anos tentaram uma profissionalização em Londres mas não conseguiram maior aceitação. A associação com um terceiro amigo, Mort Harket, vocalista, deu novo ânimo ao grupo que há 3 anos, em Londres, voltou a buscar uma oportunidade até conseguir a boa vontade de Andy Wickmann, executivo europeu da Warner. Contratado pela multinacional, o primeiro LP do grupo (agora lançado no Brasil) vendeu 150 mill cópias na Dinamarca, valeu muitas premiações no universo pop e está dando chance ao A-Ha escalar em outros países, trrazendo uma música que mistura o dançável com um som muito potente. JAN AKKERMAN, guitarrista holandês, verdadeiro virtuose desse instrumento, ex-integrante do Focus, foi uma das boas revelações dos anos 70. Após seu trabalho com o Focus, fez magníficos discos solo e no ano passado, como flautista Thijs Van Leer, também ex-integrante do Focus, gravou um esplêndido e surpreendente LP instrumental. Naturalmente, Akkerman e Leer não ficaram nos instrumentos convencionais, mas buscaram todo o conhecimento pop-tecnológico, resultando assim um trabalhho dos mais interessantes, fazendo deste LP (Vertigo/Polygram), um dos lançamentos marcantes do semestre passado. Em algumas faixas, convocaram Gomez ("Russian Roulette", e "Indian Summer", não o clássico americano, mas composição de Akkerman), que também teve a participação na tagla do indiano Ustad Zamir Ahmad Khan. Sérgio Castillo dá um toque especial na percussão de "Le Tango", outra das faixas interessantíssimas desse LP gostoso e que se destaca na produção pop. Dos três irmãos que compõem o grupo australiano Bee Gees (Barry, Maurice), Robin foi o primeiro a tentar uma carreira solo, já em 1969, quando o grupo ainda não estava consagrado (em 1977, vendeu 50 milhões de cópias com as músicas da trilha de "Os Embalos de Sábado à Noite"). Robin Gibb é já um veterano, com quase 20 anos de estrada, com tempo, portanto, para se firmar como um vocalista seguro, independente dos suaves tempos do Bee Gees. E isto Robin busca alcançar em "Walls Have Eyes" (Polydor/Polygram), coleção de dez canções interessantes, todas de autoria familiar, incluindo momentos suaves como "Gone With the Wind" (talvez uma homenagem ao clássico filme de 1939), "Someone to believe in" e "Toys". A mesma Polygram traz, ao lado de um nome conhecido como Robin Gibb, os até agora inéditos Godley & Creme, com "The History Mix - Volume 1", já tendo um êxito disparado: "Cry". Todas as faixas são inéditas e esse duo inglês busca também seu espaço. Finalmente, aos ouvidos adolescentes dispostos a absorver o som pesado e elétrico do Kiss, temos a reedição (Casablanca/Polygram) de um de seus mais incrementados discos de 1974 - um ano após Paul Stanley e Gens Simmons ter formado este alucinante conjunto, na época com Aco Frehley (guitarra) e Paulo Criss (bateria). Há 13 anos na estrada, o Kiss apenas eletrificou-se cada vez mais, fazendo um som ensurdecedor. Mas que tem o seu público.

Impacto do ROCK nos jovens

Impacto do rock nos jovens
O contexto social hodierno, caracterizado por uma grande pluralidade de condutas e enorme diversidade de entretenimentos, apresenta um panorama de manifestações bastante variado e que proporciona consideráveis discussões sobre os grupos urbanos. É nesta realidade que se encaixa, deveras, a juventude. Seja esta juventude ramificada em grupos não engajados socialmente, esteja a mesma empenhada em ongs, ou comprometida com alguma forma de manifestação cultural, é de bom alvitre salientar que a juventude desempenha um papel social relevante. Tanto no aspecto de comportamentos e ideologias conservadores e violentos, como em condutas libertadoras e contestatórias, a juventude exerce um papel social muitas vezes atrelado e fundamentado em algum lazer ou forma de divertimento. Têm-se, assim, muitos grupos urbanos juvenis que se caracterizam pelo comportamento peculiar cujos meandros são compreensíveis somente quando se atenta de forma apurada sobre seus valores e objetivos.
Para ilustrar, pode-se citar, dentre os distintos grupos citadinos, os seguintes: torcidas organizadas, roqueiros, clubbers, rappers, straight edges, góticos, funkeiros, punks, skinheads, skatistas e grafiteiros.
Desse modo, valerá ressaltar a relação juventude/música sendo que muito se escreveu acerca da contestação aliada à arte – entrando em evidência a música – durante os sombrios anos da ditadura militar; porém, com a redemocratização, “pouco” se produziu sobre “o jovem atual” em comparação com as décadas anteriores mais recentes. É interessante lembrar a pesquisa de Sposito (1997), estudo que mapeou como a juventude vem sendo pesquisada desde a década de 80 enquanto objeto das Ciências Sociais, da Educação e da Psicologia. A autora revela que 44% dos trabalhos científicos sobre jovens discutem sua relação com os meios e instituições educacionais (ensino fundamental, médio, cursos noturnos e ensino superior); 17,3% tratam das relações existentes entre o trabalho e a educação; 4,9% são acerca da participação política juvenil e movimentos estudantis; e 2% abrangem a questão dos grupos juvenis.
Assim, de um jeito ou de outro, é interessante frisar que muitas particularidades da sociedade contemporânea apontam para uma maneira um tanto ímpar de ação simbólica no espaço urbano, a qual envolve estilos singulares enredados à comunicação e à idéia de poder. É por intermédio desta noção que os grupos urbanos juvenis atuam, seja para participar, para se auto-afirmar, para resistir ou para romper com os valores estabelecidos.
É interessante ressaltar, neste momento, que esta tese buscou analisar a influência que o rock tem em seus ouvintes entusiásticos e que são universitários, os quais, aqui, convencionou-se chamar de roqueiros. Posto isso, escolheu-se tal temática haja vista o fato de que o rock vigora de modo considerável desde os anos 50 do século XX e, indubitavelmente, tem a sua parcela de fãs que se envolvem não somente com a sonoridade em si, mas também com ideologias, visual e condutas pautadas por este gênero musical.
Incontestavelmente, o rock ainda consegue agregar adeptos e, assim, sensibilizar fãs das mais variadas faixas etárias, classes sociais e visões de mundo. Evidentemente que cada indivíduo possui sua relação peculiar com o rock, seja para ouvi-lo apenas, seja para fazer dele um roteiro de vida.
Atreladas a estas questões, tem-se toda a tecnologia proporcionada atualmente (cds, dvds, internet, tv etc) e que possibilita a construção de uma teia de informações no tocante ao rock; por conseguinte, de forma perene ou não, este gênero musical se faz presente em parte da juventude levando milhares no planeta ao “mundo” do rock.

terça-feira, 27 de setembro de 2011




A grupo Coheed and Cambria foi recebido de uma forma não muito calorosa pelo público. Muitas pessoas preferiram assistir ao show sentados na grama, fato este que deixa claro a pouca popularidade da banda entre uma considerável por parte dos presentes. Mesmo assim, com um dos sons menos pesados da noite, os nova-iorquinos apresentaram algumas de suas canções, como "Here We Are Juggernaut" e "Gravemakers And Gunslingers". Os músicos só conseguiram cativar o público de vez no final do show. Pouco antes de deixar o palco, o vocalista Claudio Sanchez comandou um cover de "The Trooper", do Iron Maiden, que levantou a platéia. Acompanhando as balançadas da longa cabeleira do vocalista, a multidão cantou em coro a música. Motivados com a apresentação, os fãs do heavy metal reagiram melhor as últimas canções do grupo, que encerrou o show com "No World For Tomorrow" e "Welcome Home".







O desfecho das apresentações ficou por conta do grupo mais aguardado da noite. Com meia hora de atraso, já era madrugada desta segunda-feira (26) quando o Metallica subiu ao palco. Mas o quarteto fez valer a espera e fechou a noite com uma apresentação impecável, que veio recheada com hits que a banda emplacou ao longo de sua carreira.
Foram mais de duas horas de execuções de hits consagrados pelo grupo. Com um repertório parecido com o de sua última passagem pelo Brasil, em 2010, os músicos abriram o show com a vinheta de "The Ecstasy of Gold", seguida por uma versão de "Creeping Death". Durante "Sad But True" James Hetfield atuou como um maestro, enquanto acenava para que a multidão cantasse em coro seus versos. A faixa "Fuel" foi apresentada com o usual festival pirotécnico, com um palco rodeado por labaredas de fogo. "Fade to Black", "Master of Puppets" e a balada "Nothing Else Matters" também integraram as apresentações, que teve faixas concentradas nos primeiros discos do grupo. "Enter Sandman? foi a última canção antes do bis, e a performance foi entoada por milhares de pessoas. O grupo encerrou o dia mais pesado do Rock in Rio com "Am I Evil?", "Whiplash" e "Seek and Destroy".

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Foram vendidos 90 mil ingressos do Rock in Rio nas primeiras dez horas de vendas oficiais, que começaram neste sábado (7) à 0h01 pela internet, segundo dado divulgado pelo perfil oficial do evento no Twitter.


As vendas em quiosques começaram às 10h deste sábado (7) no Barra Shopping, Rio Sul e Nova América Shopping. O Leader Via Center venderá ingressos a partir de segunda-feira (9).


Entradas estão disponíveis nos sites do Rock in Rio e Ingresso.com. Segundo a organização não haverá taxa de conveniência na compra via web, apenas o custo do envio pelos Correios.
A quarta edição brasileira do Rock in Rio acontece entre 23 de setembro e 2 de outubro. Falta ser anunciada apenas uma atração do Palco Mundo. Nesta sexta-feira (6), foram confirmados os grupos System of a Down e Detonautas, que tocam no último dia do evento.

vendas de ingressos

A organização do Rock in Rio vai disponibilizar, a partir da quinta-feira (25), 200 ingressos da área vip para clientes do Rock in Rio Club, cartões de benefícios com edição limitada. A venda acontecerá pelo site oficial do evento e o preço da entrada não foi divulgado.

A compra do ingresso vip será restrita a quatro por CPF e estará sujeita a disponibilidade. As entradas vip são oferecidas apenas a empresas, mas os portadores do cartão (que custa R$ 79) poderão comprá-las.

Segundo a produção do festival, a área vip proporciona "visão direta do palco Mundo e da Cidade do Rock, além de um ambiente climatizado, decorado nos mínimos detalhes". Entre os benefícios para os "sócios" do clube estão 20% de desconto na compra de produtos do Rock in Rio, pré-venda para o festival de 2013 e 15% de desconto para as compras de ingressos nos festivais do Rio, Lisboa, Madri e outros lugares.